segunda-feira, 21 de novembro de 2016

domingo, 20 de novembro de 2016

exposição de ateliê  dala stella 
abertura 09 de dezembro às 20h visitação 10 e 11 das 10 às 18h
Av. Toaldo Túlio,  899  Sta Felicidade 


A ideia surgiu em Montreal, onde expus pela primeira vez, em 2001, no ateliê sublocado de Pierre Lafleur, a duas quadras do Mont Royal. Funcionou tão bem que repito a dose de dois em dois anos no ateliê de Santa Felicidade. Se cria um clima de proximidade íntima que as galerias raramente conseguem estabelecer entre apreciador, obra e artista. E assim desfrutamos mais do encontro.

óleo sobre tela / 150x80 cm

         





































quinta-feira, 17 de novembro de 2016

expo de ateliê Dala STella

  exposição  de  ateliê  Dala Stella
09 de dezembro 20h Av. Toaldo Túlio 899 Sta Felicidade




terça-feira, 8 de novembro de 2016

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Claire Varin




A canadense Claire Varin é escritora e especialista em Clarice Lispector, além de jornalista e tradutora. Apaixonada pelo Brasil, tem seu nome ligado visceralmente ao da escritora brasileira.
Em 2002 a editora Limiar publicou seu livro Línguas de Fogo, traduzido por Lúcia Peixoto Cherem.

Com esses desenhos de Claire Varin dou continuidade à série de retratos que fui compondo ao longo do tempo. Nela incluo pessoas por quem nutro grande admiração, mais ou menos conhecidas. A ideia é que esse conjunto um dia vire um livro, uma pequena exposição, quem sabe...

Mais e mais os retratos me permitem exercitar uma linha que de outra forma eu não saberia como exprimir. E a linha, uma única linha, guarda possibilidades incomensuráveis de investigação do humano. É uma pena que o desenho, especialmente o desenho de um rosto, tenha se tornado tão obsoleto no período que há décadas chamamos, sem constrangimento algum, de contemporaneidade - como se em outros tempos as pessoas não tivessem sido contemporâneas de si mesmas.

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

caderno de ateliê 61 / 17














And now the final frame. Com esta cabeça em dobradura fecho o diário de ateliê 61. No verso desse recorte, na última página, um pequeno poema/aforisma:

                              POTERE

                              tu sei al mondo
                              perchè c'è posto
                              dice l'uccellaccio
                              all'uccellino
                                                                                
Inédito de Dala Stella

domingo, 2 de outubro de 2016

caderno de ateliê 61 / 15




Seria possível continuar desenhando pelo resto da vida. Cada desenho é uma passagem, de um ímpeto para outro ímpeto. No corpo de cada ímpeto, por menor que ele seja, há sempre uma vastidão sem sentido de eternidade. Desenhar é fazer conjeturas e refutações sobre um sentido momentaneamente eleito, para logo em seguida partir para nova tentativa, e assim sucessivamente até que a roda nos pareça redonda o suficiente. Quem vê de fora vê desenhos; quem vê de dentro não vê, sente-se fluxo, entre acidentes pacientemente elaborados ou inesperados. Cada desenho é uma passagem; quando alguém entra, não estamos mais lá, mas alguém vai nos representar.

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

caderno de ateliê 61 / 13




























E assim esses rostos da última quinta parte do caderno vão se afastando mais e mais dos primeiros, sobras dos recortes para o livro BILHETES PARA WALLACE, de Paulo Venturelli. Quando menos esperava, esse barbudo picasseano sobre azuis de Ianelli. Ainda uma vez lembro de Poty: descarregos, esses recortes são meus descarregos, quando estou de varde, entre uma tela e outra, entre um poema e outro. Como o livro das bicicletas, como o livro dos jogos, volto que volto às variações sobre o mesmo tema. São minhas chaconas - que ofereço aos curiosos que eventualmente passarem por aqui.